Grãos que a cada ano apresentam complexidades diferentes, sabores inéditos e que têm em comum a qualidade e o título de excelentes. Depois de cuidadosamente colhidos maduros, processados e beneficiados num trabalho artesanal, estes cafés ganham o Brasil e, principalmente, o mundo
Texto Mariana Proença FOTOGRAFIA Rogério Voltan
Apaixonados por café sempre buscam a resposta para uma mesma pergunta: qual é o melhor? Somos apreciadores ávidos por encontrar o sabor mais gostoso, o doce mais doce, a acidez mais marcante e o café mais complexo. Mas será que esta pergunta tem uma única resposta? A busca pelo melhor café do mundo é, na verdade, por aquele de que você mais gosta, que lhe dá prazer, que lhe remete a uma experiência inesquecível.
Toda esta atmosfera que envolve o café é que o faz tão requisitado. O aroma inconfundível invade todos os ambientes e degustar a bebida passa a ser um ritual diário prazeroso. Por isso, cada vez mais os apreciadores querem conhecer a origem do produto, a forma como ele é cultivado, onde ele nasceu, o melhor preparo para extrair todas as qualidades e até como fazer para, daquela matéria-prima, resultar a deliciosa bebida em cima da mesa do café da manhã.
No café estas respostas são cheias de detalhes, complexas etapas e caminhos diversos. E como em qualquer produto, há diferentes qualidades e cuidados. No Brasil há uma fartura do grão e, como tudo que temos em abundância, demoramos para perceber o valor que se pode ter pela qualidade e não só pela quantidade.
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