Em Madri, um mercado do início do século passado oferece centenas de opções
da culinária local para os turistas e espanhóis se deliciarem
TEXTO e FOTOGRAFIA João Correia Filho
Não poderia ser diferente. A poucos passos da Plaza Mayor, um dos pontos mais frequentados da capital espanhola, o Mercado de San Miguel recebe diariamente a visita de milhares de turistas, que enchem seus corredores ávidos por novos sabores e prontos para um novo clique. Mas basta um olhar mais atento para perceber que o secular mercado madrilenho não se limita a modismos ou a itinerários pré-fabricados por agências de viagem. É frequentado também por espanhóis, que passeiam entre as dezenas de bancas em busca de sua identidade, sua cultura e de seus prazeres típicos.
Aliás, esse tem sido um dos grandes trunfos desse mercado fundado no início do século passado, em 1920, e que após passar por uma reforma, que durou mais de um ano, reabriu em maio de 2009, com a intenção de unir a visita descontraída dos moradores locais ao apetite de viajantes descobridores de novidades gastronômicas.
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