Conhecidos pela praticidade, eles facilitam a vida do consumidor. Em busca do sabor, a Espresso colocou à prova oito marcas de diversas regiões
Diferente do método tradicional de fazer um espresso, o processo do café em sachê não requer habilidade nem tampouco infraestrutura complexa. Mais para a praticidade doméstica, comercial e do food service, a tecnologia Easy Serving Espresso (E.S.E.) - inventada e patenteada pela empresa italiana illy em 1972 - apresenta o café moído e embalado em papel-filtro alimentício com aplicação de nitrogênio, inserido para retirar todo o excesso de oxigênio do envelope e evitar a oxidação do café. Trata-se de um gás inerte inodoro e insípido que, de acordo com os fabricantes, não altera em nada o sabor do produto final e permite seu armazenamento por cerca de um ano.
O sistema simplifica o preparo, que requer apenas uma máquina adaptada ao padrão E.S.E. para a extração do C. O sucesso do modo é tanto que no Brasil, em 2008, o consumo estimado foi de 26 milhões de sachês e este ano a expectativa é de um encerramento com 32 milhões consumidos. Para Alex Noga, da Modelli, empresa que faz o envasamento do produto, "o crescimento mostra o quanto o consumidor está necessitando de um excelente serviço de café tanto na sua residência e no trabalho quanto no comércio". De acordo com Alex, o mercado tem a expectativa de aumento de 24 a 25% de 2008 para 2009.
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