Mas, nos últimos dez anos, quando começaram a aparecer os cafés especiais brasileiros, o café nacional passou a ser utilizado como regulador também. O País produz cafés de altíssima qualidade com características interessantes. É o caso de pequenas fazendas, como a Santa Inês, de Carmo de Minas, que obteve a nota recorde no concurso de qualidade internacional Cup of Excellence em 2005, do qual o País participa há 9 anos. Foram 95,85 pontos, numa escala de 0 a 100. Luciano Toledo é um partidário dessa nova fase de valorização do produto nacional: "Temos que agradecer pelo fato de no Brasil podermos fazer qualquer tipo de blend. Existe uma variedade de sabores: cafés cítricos, achocolatados, florais. O mundo inteiro vem recorrer ao café daqui".
No entanto, a blendagem de cafés internamente no Brasil está limitada mesmo aos nossos próprios grãos, devido à proibição do regime de drawback. O governo não permite a importação da commodity (grão verde) de outros países, como forma de subsidiar os produtores nacionais. O protecionismo governamental, ao mesmo tempo em que incentiva a evolução do mercado interno, limita o processo criativo dos produtores brasileiros, que ficam restritos aos nossos grãos.
TRATAMENTO DE IMAGEM DA CAPA FUJOCKA PHOTODESIGN
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO MICHELE PALADINI
CABELO E MAQUIAGEM ALEX CARDOSO/GLLOSS
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MAQUIAGEM LANCÔME E L'ORÉAL
PRODUTOS ESPAÇO HOME, LUCIANA CATÃO, STYLLUS ART E ROSA VALVERDE
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